Primeira Leitura 1Re:8,22-23,27-30;
Evangelho Mc:7,1-13;
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Primeira Leitura 1Re:8,22-23,27-30;
Evangelho Mc:7,1-13;
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| 1. | Então convocou Salomão junto de si em Jerusalém os anciãos de Israel e todos os chefes das tribos e os chefes das famílias israelitas, para irem buscar na cidade de Davi, em Sião, a arca da aliança do Senhor. | |
| 2. | Todos os israelitas se reuniram junto do rei Salomão no mês de Etanim, que é o sétimo, durante a festa. | |
| 3. | Vieram todos os anciãos de Israel e os sacerdotes tomaram a arca do Senhor. | |
| 4. | Levaram-na, assim como a Tenda de Reunião e todos os utensílios sagrados que havia no tabernáculo: foram os sacerdotes e os levitas que os levaram. | |
| 5. | O rei Salomão e toda a assembléia de Israel reunida junto dele conservavam-se diante da arca. Sacrificavam tão grande quantidade de ovelhas e bois que não se podia contar. | |
| 6. | Os sacerdotes levaram a arca da aliança do Senhor para seu lugar, no santuário do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins. | |
| 7. | Pois os querubins estendiam as suas asas sobre o lugar da arca, e cobriam por cima a arca e os seus varais. | |
| 9. | Na arca só havia as duas tábuas de pedra que Moisés ali depusera no monte Horeb, quando o Senhor fez aliança com os israelitas, depois que saíram da terra do Egito. | |
| 10. | Quando os sacerdotes saíram do lugar santo, a nuvem encheu o templo do Senhor, | |
| 11. | de modo tal que os sacerdotes não puderam ali ficar para exercer as funções de seu ministério; porque a glória do Senhor enchia o templo do Senhor. | |
| 12. | Então disse Salomão: O Senhor declarou que habitaria na obscuridade. | |
| 13. | Por isso, edifiquei uma casa para vossa residência, um lugar onde habitareis para sempre. |
| 53. | Navegaram para o outro lado e chegaram à região de Genesaré, onde aportaram. | |
| 54. | Assim que saíram da barca, o povo o reconheceu. | |
| 55. | Percorrendo toda aquela região, começaram a levar, em leitos, os que padeciam de algum mal, para o lugar onde ouviam dizer que ele se encontrava. | |
| 56. | Onde quer que ele entrasse, fosse nas aldeias ou nos povoados, ou nas cidades, punham os enfermos nas ruas e pediam-lhe que os deixassem tocar ao menos na orla de suas vestes. E todos os que tocavam em Jesus ficavam sãos. |
| 14. | O rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tornara célebre. Dizia-se: João Batista ressurgiu dos mortos e por isso o poder de fazer milagres opera nele. | |
| 15. | Uns afirmavam: É Elias! Diziam outros: É um profeta como qualquer outro. | |
| 16. | Ouvindo isto, Herodes repetia: É João, a quem mandei decapitar. Ele ressuscitou! | |
| 17. | Pois o próprio Herodes mandara prender João e acorrentá-lo no cárcere, por causa de Herodíades, mulher de seu irmão Filipe, com a qual ele se tinha casado. | |
| 18. | João tinha dito a Herodes: Não te é permitido ter a mulher de teu irmão. | |
| 19. | Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, não o conseguindo, porém. | |
| 20. | Pois Herodes respeitava João, sabendo que era um homem justo e santo; protegia-o e, quando o ouvia, sentia-se embaraçado. Mas, mesmo assim, de boa mente o ouvia. | |
| 21. | Chegou, porém, um dia favorável em que Herodes, por ocasião do seu natalício, deu um banquete aos grandes de sua corte, aos seus oficiais e aos principais da Galiléia. | |
| 22. | A filha de Herodíades apresentou-se e pôs-se a dançar, com grande satisfação de Herodes e dos seus convivas. Disse o rei à moça: Pede-me o que quiseres, e eu to darei. | |
| 23. | E jurou-lhe: Tudo o que me pedires te darei, ainda que seja a metade do meu reino. | |
| 24. | Ela saiu e perguntou à sua mãe: Que hei de pedir? E a mãe respondeu: A cabeça de João Batista. | |
| 25. | Tornando logo a entrar apressadamente à presença do rei, exprimiu-lhe seu desejo: Quero que sem demora me dês a cabeça de João Batista. | |
| 26. | O rei entristeceu-se; todavia, por causa da sua promessa e dos convivas, não quis recusar. | |
| 27. | Sem tardar, enviou um carrasco com a ordem de trazer a cabeça de João. Ele foi, decapitou João no cárcere, | |
| 28. | trouxe a sua cabeça num prato e a deu à moça, e esta a entregou à sua mãe. | |
| 29. | Ouvindo isto, os seus discípulos foram tomar o seu corpo e o depositaram num sepulcro. |
| 1. | Vou mandar o meu mensageiro para preparar o meu caminho. E imediatamente virá ao seu templo o Senhor que buscais, o anjo da aliança que desejais. Ei-lo que vem - diz o Senhor dos exércitos. | |
| 2. | Quem estará seguro no dia de sua vinda? Quem poderá resistir quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do fundidor, como a lixívia dos lavadeiros. | |
| 3. | Sentar-se-á para fundir e purificar a prata; purificará os filhos de Levi e os refinará, como se refinam o ouro e a prata; então eles serão para o Senhor aqueles que apresentarão as ofertas como convêm. | |
| 4. | E a oblação de Judá e de Jerusalém será agradável ao Senhor, como nos dias antigos, como nos anos de outrora. |
| 14. | Porquanto os filhos participam da mesma natureza, da mesma carne e do sangue, também ele participou, a fim de destruir pela morte aquele que tinha o império da morte, isto é, o demônio, | |
| 15. | e libertar aqueles que, pelo medo da morte, estavam toda a vida sujeitos a uma verdadeira escravidão. | |
| 16. | Veio em socorro, não dos anjos, e sim da raça de Abraão; | |
| 17. | e por isso convinha que ele se tornasse em tudo semelhante aos seus irmãos, para ser um pontífice compassivo e fiel no serviço de Deus, capaz de expiar os pecados do povo. | |
| 18. | De fato, por ter ele mesmo suportado tribulações, está em condição de vir em auxílio dos que são atribulados. |
| 22. | Concluídos os dias da sua purificação segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentar ao Senhor, | |
| 23. | conforme o que está escrito na lei do Senhor: Todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor (Ex 13,2); | |
| 24. | e para oferecerem o sacrifício prescrito pela lei do Senhor, um par de rolas ou dois pombinhos. | |
| 25. | Ora, havia em Jerusalém um homem chamado Simeão. Este homem, justo e piedoso, esperava a consolação de Israel, e o Espírito Santo estava nele. | |
| 26. | Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que não morreria sem primeiro ver o Cristo do Senhor. | |
| 27. | Impelido pelo Espírito Santo, foi ao templo. E tendo os pais apresentado o menino Jesus, para cumprirem a respeito dele os preceitos da lei, | |
| 28. | tomou-o em seus braços e louvou a Deus nestes termos: | |
| 29. | Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em paz, segundo a vossa palavra. | |
| 30. | Porque os meus olhos viram a vossa salvação | |
| 31. | que preparastes diante de todos os povos, | |
| 32. | como luz para iluminar as nações, e para a glória de vosso povo de Israel. | |
| 33. | Seu pai e sua mãe estavam admirados das coisas que dele se diziam. | |
| 34. | Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, | |
| 35. | a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma. | |
| 36. | Havia também uma profetisa chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser; era de idade avançada. | |
| 37. | Depois de ter vivido sete anos com seu marido desde a sua virgindade, ficara viúva, e agora com oitenta e quatro anos não se apartava do templo, servindo a Deus noite e dia em jejuns e orações. | |
| 38. | Chegando ela à mesma hora, louvava a Deus e falava de Jesus a todos aqueles que em Jerusalém esperavam a libertação. | |
| 39. | Após terem observado tudo segundo a lei do Senhor, voltaram para a Galiléia, à sua cidade de Nazaré. | |
| 40. | O menino ia crescendo e se fortificava: estava cheio de sabedoria, e a graça de Deus repousava nele. |
| 9. | Absalão encontrou-se de repente em presença dos homens de Davi. Montava uma mula, e esta enfiou-se sob a folhagem espessa de um grande carvalho. A cabeça de Absalão prendeu-se nos galhos da árvore, e ele ficou suspenso entre o céu e a terra, enquanto a mula em que montava passava adiante. | |
| 10. | Vendo isso, um homem informou a Joab, dizendo: Eu vi Absalão suspenso a um carvalho. | |
| 11. | Se o viste, respondeu Joab ao mensageiro, por que não o abateste no mesmo lugar? Eu me sentiria no dever de dar-te dez siclos de prata e um cinturão. | |
| 12. | O homem respondeu: Ainda que me pusessem nas mãos mil siclos de prata, eu não levantaria a mão contra o filho do rei, porque o rei ordenou a ti, a Abisai e a Etai, em nossa presença, que lhe poupassem o jovem Absalão. | |
| 13. | E se eu tivesse cometido esse atentado contra a vida do jovem, nada se ocultaria ao rei, e tu mesmo te terias esquivado. | |
| 14. | Joab disse: Não tenho tempo a perder contigo. Tomou, então, três dardos na mão e plantou-os no coração de Absalão. E estando ele ainda vivo no carvalho, | |
| 15. | dez jovens escudeiros de Joab cercaram-no e deram-lhe os últimos golpes. | |
| 16. | Joab tocou então a trombeta e o exército cessou de perseguir Israel, porque Joab deteve o povo. | |
| 17. | Tomaram Absalão e jogaram-no numa grande fossa no interior da floresta, erguendo em seguida sobre ele um enorme monte de pedras. Entrementes, todo o Israel fugira, indo cada qual para a sua casa. | |
| 18. | Ora, Absalão quando ainda vivia, mandara erigir para si o monumento que se encontra no vale do Rei, porque dizia: Não tenho filhos para perpetuar a memória de meu nome. E deu o seu próprio nome ao monumento que se chama ainda hoje o monumento de Absalão. | |
| 19. | Aquimaas, filho de Sadoc, disse: Vou correndo anunciar ao rei a boa nova de que o Senhor lhe fez justiça, livrando-o de seus inimigos. | |
| 20. | Mas Joab disse-lhe: Não lhe levarás hoje essa notícia, mas outro dia; não hoje, porque morreu o filho do rei. | |
| 21. | E dirigindo-se a um cusita: Vai ter com o rei, disse-lhe, e anuncia-lhe o que viste. O cusita prostrou-se diante de Joab e partiu correndo. | |
| 22. | Aquimaas, porém, filho de Sadoc, insistiu: Seja como for, mas deixa-me ir também atrás do cusita. E Joab: Por que queres correr, meu filho? Essa mensagem de nada te aproveitaria. | |
| 23. | Em todo caso, eu correrei. Corre, disse-lhe Joab. Aquimaas foi correndo pelo caminho da planície e passou à frente do cusita. | |
| 24. | Davi estava sentado entre as duas portas. A sentinela que tinha subido ao terraço da porta, sobre a muralha, levantou os olhos e viu um homem que vinha correndo sozinho. | |
| 25. | Gritando, anunciou-o ao rei, que disse: Se ele vem só, traz alguma boa nova. Entretanto, o homem se aproximava. |
| 21. | Tendo Jesus navegado outra vez para a margem oposta, de novo afluiu a ele uma grande multidão. Ele se achava à beira do mar, quando | |
| 22. | um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo, se apresentou e, à sua vista, lançou-se-lhe aos pés, | |
| 23. | rogando-lhe com insistência: Minha filhinha está nas últimas. Vem, impõe-lhe as mãos para que se salve e viva. | |
| 24. | Jesus foi com ele e grande multidão o seguia, comprimindo-o. | |
| 25. | Ora, havia ali uma mulher que já por doze anos padecia de um fluxo de sangue. | |
| 26. | Sofrera muito nas mãos de vários médicos, gastando tudo o que possuía, sem achar nenhum alívio; pelo contrário, piorava cada vez mais. | |
| 27. | Tendo ela ouvido falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou-lhe no manto. | |
| 28. | Dizia ela consigo: Se tocar, ainda que seja na orla do seu manto, estarei curada. | |
| 29. | Ora, no mesmo instante se lhe estancou a fonte de sangue, e ela teve a sensação de estar curada. | |
| 30. | Jesus percebeu imediatamente que saíra dele uma força e, voltando-se para o povo, perguntou: Quem tocou minhas vestes? | |
| 31. | Responderam-lhe os seus discípulos: Vês que a multidão te comprime e perguntas: Quem me tocou? | |
| 32. | E ele olhava em derredor para ver quem o fizera. | |
| 33. | Ora, a mulher, atemorizada e trêmula, sabendo o que nela se tinha passado, veio lançar-se-lhe aos pés e contou-lhe toda a verdade. | |
| 34. | Mas ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz e sê curada do teu mal. | |
| 35. | Enquanto ainda falava, chegou alguém da casa do chefe da sinagoga, anunciando: Tua filha morreu. Para que ainda incomodas o Mestre? | |
| 36. | Ouvindo Jesus a notícia que era transmitida, dirigiu-se ao chefe da sinagoga: Não temas; crê somente. | |
| 37. | E não permitiu que ninguém o acompanhasse, senão Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. | |
| 38. | Ao chegar à casa do chefe da sinagoga, viu o alvoroço e os que estavam chorando e fazendo grandes lamentações. | |
| 39. | Ele entrou e disse-lhes: Por que todo esse barulho e esses choros? A menina não morreu. Ela está dormindo. | |
| 40. | Mas riam-se dele. Contudo, tendo mandado sair todos, tomou o pai e a mãe da menina e os que levava consigo, e entrou onde a menina estava deitada. | |
| 41. | Segurou a mão da menina e disse-lhe: Talita cumi, que quer dizer: Menina, ordeno-te, levanta-te! | |
| 42. | E imediatamente a menina se levantou e se pôs a caminhar (pois contava doze anos). Eles ficaram assombrados. | |
| 43. | Ordenou-lhes severamente que ninguém o soubesse, e mandou que lhe dessem de comer.Jesus de Nazaré |
Primeira Leitura Dt:18,15-20;
Segunda Leitura 1Cor:7,32-35;
EvangelhoMc:1,21-28;
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